Esteira de entrega em serviços financeiros
O que deveria acontecer
Um pipeline por serviço, escrito e versionado junto do código de cada time.
O que acontecia
Dezenas de arquivos quase iguais, nenhum com cache, e ninguém dono de nenhum. Subir um serviço novo levava um dia.
O que eu fiz
Seis templates compartilhados no Azure DevOps, com build em estágios e cache. Perdi flexibilidade: quem precisa de algo fora do padrão abre exceção declarada, e isso aparece no diff.
6minutos de buildcontra 15 minutos antes
O que isso destravou
- Cada pipeline passou a rodar em menos tempo. O time espera menos para saber se um commit passou, e o agente fica livre mais cedo para o próximo.
- Publicar um serviço ficou mais rápido. O serviço novo já nasce com a esteira pronta, em vez de copiar o pipeline de outro time e ajustar na mão.
- Os agentes passaram a ficar em pools separados por tipo de serviço: um dedicado a um dos serviços, outro ao mobile e outro aos demais. A disputa por agente diminuiu, e a esteira de um grupo deixou de travar a de outro.
- Melhorar a esteira virou uma mudança em um template, em vez de uma mudança em dezenas de arquivos.
O que eu faria diferente
Deixei a migração opcional tempo demais. Fiquei com dois padrões rodando por semanas, o que é pior do que qualquer um dos dois sozinho. Hoje eu começaria pelos três serviços mais barulhentos e migraria sem perguntar.